ODS - UFLA - Universidade Federal de LavrasUniversidade Federal Lavras localizada entre as principais capitais da região Sudeste do Brasil. São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória e Belo Horizonte. Excelente opção para seu futuro. Venha nos conhecer. /ods/272026-06-17T09:24:48-03:00Portal UFLAJoomla! - Open Source Content ManagementUFLA promove 2ª edição do Cross Farm Games, competição esportiva que une treinamento funcional e práticas do campo2026-06-11T11:25:48-03:002026-06-11T11:25:48-03:00/noticias/extensao/18587-ufla-promove-2-edicao-do-cross-farm-games-competicao-esportiva-que-une-treinamento-funcional-e-praticas-do-campoSamuel Fontainha<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman',serif; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">O Núcleo de Estudos em Fruticultura do Departamento de Agricultura da Universidade Federal de Lavras (Nefrut/DAG/UFLA), em parceria com a empresa júnior do curso de Educação Física da 91, Sports Júnior, promoverá, nos dias 13 e 14 de junho, o Cross Farm Games 2026, competição esportiva que une treinamento funcional e práticas do campo. O evento integra esporte, tradição rural e comunidade acadêmica em um ambiente de cooperação e promoção da saúde.</span></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman',serif; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Com foco na ergonomia, na consciência corporal, na saúde e na valorização do trabalho no campo, a segunda edição do Cross Farm Games alia a prática de atividades físicas a desafios lúdicos inspirados em tarefas do meio rural, com o objetivo de estimular o bem-estar e a integração entre discentes, docentes e técnicos da 91, além de fortalecer a aproximação entre a Universidade e a sociedade.</span></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman',serif; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">No dia 13, será realizado um workshop com o objetivo de preparar as equipes e promover a interação entre os inscritos, os demais competidores e a organização. Durante o encontro, serão apresentados o percurso da competição e os detalhes de cada prova. Além disso, os participantes receberão um kit contendo pulseira de identificação e camiseta do evento, e participarão de um momento de integração com empresas parceiras. Será uma oportunidade de networking entre estudantes, empresas e comunidade, bem como de estímulo ao trabalho em equipe e à vivência prática no ambiente agrícola.</span></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman',serif; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Já no dia 14, será realizada a competição, com início previsto para às 8h, reunindo dez equipes. Serão cinco provas, nas quais cada integrante realizará uma atividade e uma corrida. A equipe que concluir os cinco desafios no menor tempo será a vencedora. Todas as pessoas interessadas poderão participar. A competição será aberta ao público e acontecerá no Setor de Fruticultura (Pomar), localizado na Avenida Sul da Universidade.</span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-9451f4b2-7fff-9e3a-7a1f-80980d5865cf"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; font-variant: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Poderão participar grupos de cinco pessoas, mistos ou não, e haverá premiação para os três primeiros colocados. A inscrição é aberta para todo publico, os interessados deverão se inscrever</span><a style="text-decoration: none;" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd_oaU9u02GAylmMgU9acbD2AXv3SiN2Ss4wUMXo6O_p_ANCg/viewform"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; color: #1155cc; font-variant: normal; text-decoration: underline; text-decoration-skip-ink: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"> por meio de formulário eletrônico disponível neste link</span></a><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; font-variant: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">. Detalhes sobre a execução das provas estão disponíveis no Instagram do projeto, @nefrutufla. Informações sobre o regulamento, a taxa de inscrição e outras dúvidas poderão ser obtidas com a comissão organizadora por meio do e-mail uflasportsjunior@gmail.com.</span></span></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman',serif; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">O Núcleo de Estudos em Fruticultura do Departamento de Agricultura da Universidade Federal de Lavras (Nefrut/DAG/UFLA), em parceria com a empresa júnior do curso de Educação Física da 91, Sports Júnior, promoverá, nos dias 13 e 14 de junho, o Cross Farm Games 2026, competição esportiva que une treinamento funcional e práticas do campo. O evento integra esporte, tradição rural e comunidade acadêmica em um ambiente de cooperação e promoção da saúde.</span></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman',serif; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Com foco na ergonomia, na consciência corporal, na saúde e na valorização do trabalho no campo, a segunda edição do Cross Farm Games alia a prática de atividades físicas a desafios lúdicos inspirados em tarefas do meio rural, com o objetivo de estimular o bem-estar e a integração entre discentes, docentes e técnicos da 91, além de fortalecer a aproximação entre a Universidade e a sociedade.</span></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman',serif; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">No dia 13, será realizado um workshop com o objetivo de preparar as equipes e promover a interação entre os inscritos, os demais competidores e a organização. Durante o encontro, serão apresentados o percurso da competição e os detalhes de cada prova. Além disso, os participantes receberão um kit contendo pulseira de identificação e camiseta do evento, e participarão de um momento de integração com empresas parceiras. Será uma oportunidade de networking entre estudantes, empresas e comunidade, bem como de estímulo ao trabalho em equipe e à vivência prática no ambiente agrícola.</span></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman',serif; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Já no dia 14, será realizada a competição, com início previsto para às 8h, reunindo dez equipes. Serão cinco provas, nas quais cada integrante realizará uma atividade e uma corrida. A equipe que concluir os cinco desafios no menor tempo será a vencedora. Todas as pessoas interessadas poderão participar. A competição será aberta ao público e acontecerá no Setor de Fruticultura (Pomar), localizado na Avenida Sul da Universidade.</span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-9451f4b2-7fff-9e3a-7a1f-80980d5865cf"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; font-variant: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Poderão participar grupos de cinco pessoas, mistos ou não, e haverá premiação para os três primeiros colocados. A inscrição é aberta para todo publico, os interessados deverão se inscrever</span><a style="text-decoration: none;" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd_oaU9u02GAylmMgU9acbD2AXv3SiN2Ss4wUMXo6O_p_ANCg/viewform"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; color: #1155cc; font-variant: normal; text-decoration: underline; text-decoration-skip-ink: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"> por meio de formulário eletrônico disponível neste link</span></a><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; font-variant: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">. Detalhes sobre a execução das provas estão disponíveis no Instagram do projeto, @nefrutufla. Informações sobre o regulamento, a taxa de inscrição e outras dúvidas poderão ser obtidas com a comissão organizadora por meio do e-mail uflasportsjunior@gmail.com.</span></span></p>UFLA recebe 50 novos estudantes na Moradia Estudantil2026-06-08T12:20:45-03:002026-06-08T12:20:45-03:00/noticias/institucional/18573-ufla-recebe-50-novos-estudantes-na-moradia-estudantilSamuel Fontainha<p>Na última terça-feira (2), a Universidade Federal de Lavras (UFLA), por meio da Pró-Reitoria de Apoio à Permanência Estudantil (Prape), em parceria com a Coordenadoria de Saúde, realizou a recepção dos novos residentes da Moradia</p>
<p>Na última terça-feira (2), a Universidade Federal de Lavras (UFLA), por meio da Pró-Reitoria de Apoio à Permanência Estudantil (Prape), em parceria com a Coordenadoria de Saúde, realizou a recepção dos novos residentes da Moradia Estudantil da instituição. O encontro aconteceu no Departamento de Administração Pública (DAP) e teve como objetivo acolher 50 estudantes ingressantes e apresentar aspectos importantes da vida em comunidade no espaço conhecido popularmente como “Brejão”.</p>
<p>A iniciativa faz parte das ações desenvolvidas pela Prape para apoiar a permanência estudantil e auxiliar na adaptação dos ingressantes à vida universitária. Além de oferecer suporte material, a UFLA busca fortalecer vínculos comunitários e estimular uma convivência pautada pelo diálogo, pelo respeito e pela colaboração entre os estudantes.</p>
<p>Participaram da atividade o diretor de Apoio à Permanência Estudantil, Vinícius Batista Gonçalves; o psicólogo João Maurício de Pádua Souza; a auxiliar administrativa Ana Elisa Vitória dos Santos; e os representantes da Moradia Estudantil Clayton Ferreira de Moura, Kepler Oliveira Miranda Duarte e Everton Araújo de Oliveira.</p>
<p>Durante a programação, os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer melhor a estrutura e o funcionamento da Moradia Estudantil, além de discutir questões relacionadas à convivência coletiva, ao respeito mútuo e à construção de um ambiente acolhedor para todos os moradores.</p>
<p>Um dos destaques do encontro foi a palestra ministrada pelo psicólogo João Maurício de Pádua Souza. A atividade promoveu reflexões sobre habilidades sociais, comunicação, cooperação e estratégias para o fortalecimento das relações interpessoais no cotidiano da moradia.A recepção aos novos moradores representa um importante momento de integração, contribuindo para que os estudantes iniciem sua trajetória na Moradia Estudantil com informações, apoio institucional e oportunidades de construção coletiva.</p><p>Na última terça-feira (2), a Universidade Federal de Lavras (UFLA), por meio da Pró-Reitoria de Apoio à Permanência Estudantil (Prape), em parceria com a Coordenadoria de Saúde, realizou a recepção dos novos residentes da Moradia</p>
<p>Na última terça-feira (2), a Universidade Federal de Lavras (UFLA), por meio da Pró-Reitoria de Apoio à Permanência Estudantil (Prape), em parceria com a Coordenadoria de Saúde, realizou a recepção dos novos residentes da Moradia Estudantil da instituição. O encontro aconteceu no Departamento de Administração Pública (DAP) e teve como objetivo acolher 50 estudantes ingressantes e apresentar aspectos importantes da vida em comunidade no espaço conhecido popularmente como “Brejão”.</p>
<p>A iniciativa faz parte das ações desenvolvidas pela Prape para apoiar a permanência estudantil e auxiliar na adaptação dos ingressantes à vida universitária. Além de oferecer suporte material, a UFLA busca fortalecer vínculos comunitários e estimular uma convivência pautada pelo diálogo, pelo respeito e pela colaboração entre os estudantes.</p>
<p>Participaram da atividade o diretor de Apoio à Permanência Estudantil, Vinícius Batista Gonçalves; o psicólogo João Maurício de Pádua Souza; a auxiliar administrativa Ana Elisa Vitória dos Santos; e os representantes da Moradia Estudantil Clayton Ferreira de Moura, Kepler Oliveira Miranda Duarte e Everton Araújo de Oliveira.</p>
<p>Durante a programação, os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer melhor a estrutura e o funcionamento da Moradia Estudantil, além de discutir questões relacionadas à convivência coletiva, ao respeito mútuo e à construção de um ambiente acolhedor para todos os moradores.</p>
<p>Um dos destaques do encontro foi a palestra ministrada pelo psicólogo João Maurício de Pádua Souza. A atividade promoveu reflexões sobre habilidades sociais, comunicação, cooperação e estratégias para o fortalecimento das relações interpessoais no cotidiano da moradia.A recepção aos novos moradores representa um importante momento de integração, contribuindo para que os estudantes iniciem sua trajetória na Moradia Estudantil com informações, apoio institucional e oportunidades de construção coletiva.</p>UFLA recebe Margareth Dalcomo em evento internacional sobre doenças negligenciadas2026-05-22T21:35:18-03:002026-05-22T21:35:18-03:00/noticias/extensao/18530-margareth-dalcomo-ministra-palestra-magna-de-evento-sobre-doencas-negligenciadasSamara Avelar<p>Na última quinta-feira (23/5), a Universidade Federal de Lavras (UFLA) sediou a abertura oficial de um dos maiores eventos científicos voltados para doenças negligenciadas: a sexta edição do Simpósio Brasileiro de Doenças Negligenciadas (VI SBDN) e a segunda edição do World Symposium on Neglected Diseases (II WSND). A cerimônia foi realizada no Salão de Convenções da Universidade, reunindo pesquisadores, estudantes, gestores públicos, representantes de instituições de pesquisa, além de membros da sociedade civil. </p>
<p>O destaque da noite foi a palestra da renomada pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e docente da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), a médica Margareth Dalcolmo. A cientista, que é membro da Academia Nacional da Medicina, é referência mundial em Pneumologia e liderou estudos clínicos para combate da Covid-19 no Brasil, além de difundir conhecimentos científicos de forma acessível à população sobre a doença.</p>
<p>Em sua apresentação na 91, a pesquisadora traçou um histórico de epidemias e alertou sobre como a crise climática pode resultar em novas emergências sanitárias, uma vez que o aquecimento global e a degradação ambiental facilitam o surgimento de zoonoses e a expansão de vetores de doenças. </p>
<p>Margareth também relembrou dificultadores do combate à pandemia de Covid-19, como o negacionismo e, de forma ainda mais crítica, a infodemia. “O negacionismo não é novidade. É algo muito antigo, algo que a ciência sempre precisou combater. Já a infodemia, essa disseminação rápida de informações imprecisas e muitas vezes sem embasamento científico, é um fenômeno contemporâneo que precisamos ter muita clareza para combater”, ressaltou. </p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=KF8rsbQ7fbo">Assista à palestra na íntegra pelo Youtube.</a></p>
<h3>Doenças negligenciadas como pauta de pesquisadores e autoridades</h3>
<p>Compondo a mesa de abertura, a presidente do VI SBDN e do II WSND, professora Joziana Muniz de Paiva Barçante, explicou que a proposta é promover a ciência com um olhar sensível ao próximo. “Esse é um compromisso ético do nosso grupo. A gente precisa de publicações científicas de qualidade e de comunicadores, mas precisamos também que vocês saiam daqui com outro sentimento: o de empatia, o de responsabilidade social, e que aprendam a importância de dar voz e de escutar as comunidades invisibilizadas”, ressaltou a docente, que atua na Faculdade de Ciências da Saúde (FCS/ UFLA) .</p>
<p>Ao público, o reitor José Roberto Scolforo reforçou a missão da 91 na inclusão de populações vulneráveis e no combate de enfermidades. “É na universidade pública que gera-se a maior parte do conhecimento científico do País, o conhecimento que transforma o mundo e que cura doenças, inclusive as negligenciadas. E a UFLA é uma Instituição de gente séria, que tem um compromisso inabalável de ajudar a nossa sociedade a subir o patamar de qualidade de vida”, enfatizou.</p>
<p><img style="margin: 5px; float: right;" src="/images/noticias/2026/05_MAI/abertura_doencasnegligenciadas.jpg" alt="abertura doencasnegligenciadas" width="383" height="255" />Durante a abertura, o público assistiu ao pronunciamento do Diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom, sobre a saúde pública na perspectiva global. O evento contou ainda com apresentações culturais, com a participação das crianças e jovens da Associação para Promoção de Arte e Cultura de Lavras (Aproac) e do grupo lírico Trio Celebramus. O mascote Zé Gotinha também recepcionou os participantes do evento, reforçando a importância da vacinação.</p>
<p>Também participaram da mesa de abertura: a representante da Organização Pan-Americana da Saúde Sheila Rodrigues Rodovalho; a representante da Secretaria de Estado de Saúde Maira de Assis Pena Veloso; a representante da Superintendência Regional de Saúde de Varginha Monique Borsato Silva Filardi; o representante das Coleções Biológicas da Fiocruz Minas José Dilermando Andrade; a vice-presidente do II WSND e professora da Universidad Cooperativa de Colombia, Juli Andreia Caicedo Blano; a vice-presidente do VI SBDN e pesquisadora da Fiocruz, Raquel Aparecida Ferreira; a presidente do Núcleo de Estudos em Parasitologia, Kaylanne Ketlen de Almeida Cunha; e o líder do Movimento Nacional das Doenças Negligenciadas (MNDN) e do NHR, Paulo Rodrigues de Araújo.</p>
<p><a href="https://photos.app.goo.gl/fYsrWYa4BFjiNsH68">Confira as fotos da abertura do VI SBDN e do II WSND</a></p>
<h3>Amplificando vozes</h3>
<p>Com o mote “Sem deixar ninguém pra trás”, os simpósios buscam promover a troca de saberes científicos e de vivências de pessoas acometidas por doenças que afetam principalmente populações vulneráveis. E, para isso, conta com a participação ativa de membros da sociedade civil.</p>
<p><img style="margin: 5px; float: left;" src="/images/noticias/2026/05_MAI/amelia_doencasnegligenciadas.jpg" alt="amelia doencasnegligenciadas" width="242" height="161" />É o caso da presidente da Associação dos Portadores da Doença de Chagas da Bahia (Achaba), Amélia Bispo, que destaca o evento como um serviço de utilidade pública. “É muito importante que as pessoas tenham informação sobre o que são as doenças e os primeiros sinais para diagnosticar. E os participantes aqui serão disseminadores dessas informações, ajudando na luta contra a negligência e também contra o preconceito contra quem passa por uma enfermidade assim”. </p>
<p>Amélia, que é portadora da doença de Chagas e líder comunitária, participará de uma roda de conversa prevista para sábado, 23/5, junto com Paulo Rodrigues de Araújo, do MNDN.<img style="margin: 5px; float: right;" src="/images/noticias/2026/05_MAI/paulo_doencasegligenciadas.jpg" alt="paulo doencasegligenciadas" width="127" height="191" /></p>
<p>Para Paulo, que ainda luta contra as sequelas da hanseniase, participar de momentos como esse, dentro da academia, é fundamental para explicar o que é sentir essa negligência na pele. “Que esses futuros profissionais que aqui estão possam nos enxergar não como um número no boletim epidemiológico, mas como pessoas, com toda a nossa integralidade. É nisso que a gente acredita!”, destacou o ativista.</p>
<p><a href="https://www.sbdn2026.com.br/"> Saiba mais sobre o VI SBDN e II WSND</a></p><p>Na última quinta-feira (23/5), a Universidade Federal de Lavras (UFLA) sediou a abertura oficial de um dos maiores eventos científicos voltados para doenças negligenciadas: a sexta edição do Simpósio Brasileiro de Doenças Negligenciadas (VI SBDN) e a segunda edição do World Symposium on Neglected Diseases (II WSND). A cerimônia foi realizada no Salão de Convenções da Universidade, reunindo pesquisadores, estudantes, gestores públicos, representantes de instituições de pesquisa, além de membros da sociedade civil. </p>
<p>O destaque da noite foi a palestra da renomada pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e docente da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), a médica Margareth Dalcolmo. A cientista, que é membro da Academia Nacional da Medicina, é referência mundial em Pneumologia e liderou estudos clínicos para combate da Covid-19 no Brasil, além de difundir conhecimentos científicos de forma acessível à população sobre a doença.</p>
<p>Em sua apresentação na 91, a pesquisadora traçou um histórico de epidemias e alertou sobre como a crise climática pode resultar em novas emergências sanitárias, uma vez que o aquecimento global e a degradação ambiental facilitam o surgimento de zoonoses e a expansão de vetores de doenças. </p>
<p>Margareth também relembrou dificultadores do combate à pandemia de Covid-19, como o negacionismo e, de forma ainda mais crítica, a infodemia. “O negacionismo não é novidade. É algo muito antigo, algo que a ciência sempre precisou combater. Já a infodemia, essa disseminação rápida de informações imprecisas e muitas vezes sem embasamento científico, é um fenômeno contemporâneo que precisamos ter muita clareza para combater”, ressaltou. </p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=KF8rsbQ7fbo">Assista à palestra na íntegra pelo Youtube.</a></p>
<h3>Doenças negligenciadas como pauta de pesquisadores e autoridades</h3>
<p>Compondo a mesa de abertura, a presidente do VI SBDN e do II WSND, professora Joziana Muniz de Paiva Barçante, explicou que a proposta é promover a ciência com um olhar sensível ao próximo. “Esse é um compromisso ético do nosso grupo. A gente precisa de publicações científicas de qualidade e de comunicadores, mas precisamos também que vocês saiam daqui com outro sentimento: o de empatia, o de responsabilidade social, e que aprendam a importância de dar voz e de escutar as comunidades invisibilizadas”, ressaltou a docente, que atua na Faculdade de Ciências da Saúde (FCS/ UFLA) .</p>
<p>Ao público, o reitor José Roberto Scolforo reforçou a missão da 91 na inclusão de populações vulneráveis e no combate de enfermidades. “É na universidade pública que gera-se a maior parte do conhecimento científico do País, o conhecimento que transforma o mundo e que cura doenças, inclusive as negligenciadas. E a UFLA é uma Instituição de gente séria, que tem um compromisso inabalável de ajudar a nossa sociedade a subir o patamar de qualidade de vida”, enfatizou.</p>
<p><img style="margin: 5px; float: right;" src="/images/noticias/2026/05_MAI/abertura_doencasnegligenciadas.jpg" alt="abertura doencasnegligenciadas" width="383" height="255" />Durante a abertura, o público assistiu ao pronunciamento do Diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom, sobre a saúde pública na perspectiva global. O evento contou ainda com apresentações culturais, com a participação das crianças e jovens da Associação para Promoção de Arte e Cultura de Lavras (Aproac) e do grupo lírico Trio Celebramus. O mascote Zé Gotinha também recepcionou os participantes do evento, reforçando a importância da vacinação.</p>
<p>Também participaram da mesa de abertura: a representante da Organização Pan-Americana da Saúde Sheila Rodrigues Rodovalho; a representante da Secretaria de Estado de Saúde Maira de Assis Pena Veloso; a representante da Superintendência Regional de Saúde de Varginha Monique Borsato Silva Filardi; o representante das Coleções Biológicas da Fiocruz Minas José Dilermando Andrade; a vice-presidente do II WSND e professora da Universidad Cooperativa de Colombia, Juli Andreia Caicedo Blano; a vice-presidente do VI SBDN e pesquisadora da Fiocruz, Raquel Aparecida Ferreira; a presidente do Núcleo de Estudos em Parasitologia, Kaylanne Ketlen de Almeida Cunha; e o líder do Movimento Nacional das Doenças Negligenciadas (MNDN) e do NHR, Paulo Rodrigues de Araújo.</p>
<p><a href="https://photos.app.goo.gl/fYsrWYa4BFjiNsH68">Confira as fotos da abertura do VI SBDN e do II WSND</a></p>
<h3>Amplificando vozes</h3>
<p>Com o mote “Sem deixar ninguém pra trás”, os simpósios buscam promover a troca de saberes científicos e de vivências de pessoas acometidas por doenças que afetam principalmente populações vulneráveis. E, para isso, conta com a participação ativa de membros da sociedade civil.</p>
<p><img style="margin: 5px; float: left;" src="/images/noticias/2026/05_MAI/amelia_doencasnegligenciadas.jpg" alt="amelia doencasnegligenciadas" width="242" height="161" />É o caso da presidente da Associação dos Portadores da Doença de Chagas da Bahia (Achaba), Amélia Bispo, que destaca o evento como um serviço de utilidade pública. “É muito importante que as pessoas tenham informação sobre o que são as doenças e os primeiros sinais para diagnosticar. E os participantes aqui serão disseminadores dessas informações, ajudando na luta contra a negligência e também contra o preconceito contra quem passa por uma enfermidade assim”. </p>
<p>Amélia, que é portadora da doença de Chagas e líder comunitária, participará de uma roda de conversa prevista para sábado, 23/5, junto com Paulo Rodrigues de Araújo, do MNDN.<img style="margin: 5px; float: right;" src="/images/noticias/2026/05_MAI/paulo_doencasegligenciadas.jpg" alt="paulo doencasegligenciadas" width="127" height="191" /></p>
<p>Para Paulo, que ainda luta contra as sequelas da hanseniase, participar de momentos como esse, dentro da academia, é fundamental para explicar o que é sentir essa negligência na pele. “Que esses futuros profissionais que aqui estão possam nos enxergar não como um número no boletim epidemiológico, mas como pessoas, com toda a nossa integralidade. É nisso que a gente acredita!”, destacou o ativista.</p>
<p><a href="https://www.sbdn2026.com.br/"> Saiba mais sobre o VI SBDN e II WSND</a></p> XI Ciclo de Palestras em Microbiologia de Fermentações debate nanotecnologia e inovações no setor de alimentos2026-05-11T18:52:58-03:002026-05-11T18:52:58-03:00/noticias/extensao/18495-xi-ciclo-de-palestras-em-microbiologia-de-fermentacoes-debate-nanotecnologia-e-inovacoes-no-setor-de-alimentosSamuel Fontainha<p>Nos dias 20 e 21 de maio, acontece o XI Ciclo de Palestras em Microbiologia de Fermentações, organizado pelo Núcleo de Estudos em Fermentações da Universidade Federal de Lavras (Nefer-UFLA). Com o tema principal “Fermentação e inovação tecnológica impulsionando transformações na ciência”, o evento propõe a integração entre microbiologia, fermentações, ciência e inovação, destacando o papel estratégico dos microrganismos fermentativos no desenvolvimento de alimentos funcionais, compostos bioativos e novas tecnologias aplicadas à biotecnologia e à qualidade de vida.</p>
<p>De acordo com a professora do Instituto de Ciências Naturais e coordenadora do Nefer, Rosane Freitas Schwan, nesta edição, o evento também enfatiza a relação entre fermentação e saúde humana, abordando tópicos como probióticos, prebióticos e pós-bióticos; química orgânica da fermentação; função da microbiota intestinal; digestão e biodisponibilidade de compostos bioativos; compostos funcionais presentes em alimentos fermentados; além de nanotecnologia e bionanomateriais aplicados à área de alimentos e fermentações.</p>
<p>O ciclo de palestras reunirá pesquisadores de universidades do Rio Grande do Sul e da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), em Diamantina, fortalecendo a troca de conhecimento e a construção de colaborações científicas interinstitucionais com professores e pesquisadores da 91. “Buscamos contatos institucionais, integrando pesquisadores e captando apoio junto a diferentes parceiros, como a Fapemig, LNF, Syngenta, Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Fazenda Capoeira Coffee, que viabilizaram a participação de pesquisadores convidados de diferentes regiões do país”, explica.</p>
<p>Durante a edição de 2026, os pesquisadores convidados também participarão de atividades no Laboratório Multiusuário de Microbiologia de Fermentações (Lamfe), onde serão realizados treinamentos e discussões sobre técnicas avançadas para o estudo das fermentações, ampliando o impacto do evento na formação de estudantes, pós-graduandos e jovens pesquisadores.</p>
<p>“Além do intercâmbio de conhecimentos entre diferentes instituições, o evento terá impacto especial nos projetos de inovação desenvolvidos na 91. Ao incorporar discussões atuais sobre microbiologia aplicada, compostos bioativos, nanotecnologia e técnicas avançadas para o estudo das fermentações — temas que fazem parte das metas do projeto Biocaps —, fortalecemos ainda mais o ambiente de inovação da Universidade, estimulando novas colaborações científicas, o desenvolvimento de tecnologias e a geração de soluções com potencial de aplicação nos setores de alimentos, biotecnologia e saúde”, finaliza a coordenadora.</p>
<p>As pessoas interessadas devem se inscrever por meio do SIG-UFLA. Dúvidas e outras informações sobre a taxa de inscrição podem ser obtidas pelo e-mail: <a href="mailto:rschwan@ufla.br">rschwan@ufla.br</a> ou pelas redes sociais: @nefer_ufla.</p><p>Nos dias 20 e 21 de maio, acontece o XI Ciclo de Palestras em Microbiologia de Fermentações, organizado pelo Núcleo de Estudos em Fermentações da Universidade Federal de Lavras (Nefer-UFLA). Com o tema principal “Fermentação e inovação tecnológica impulsionando transformações na ciência”, o evento propõe a integração entre microbiologia, fermentações, ciência e inovação, destacando o papel estratégico dos microrganismos fermentativos no desenvolvimento de alimentos funcionais, compostos bioativos e novas tecnologias aplicadas à biotecnologia e à qualidade de vida.</p>
<p>De acordo com a professora do Instituto de Ciências Naturais e coordenadora do Nefer, Rosane Freitas Schwan, nesta edição, o evento também enfatiza a relação entre fermentação e saúde humana, abordando tópicos como probióticos, prebióticos e pós-bióticos; química orgânica da fermentação; função da microbiota intestinal; digestão e biodisponibilidade de compostos bioativos; compostos funcionais presentes em alimentos fermentados; além de nanotecnologia e bionanomateriais aplicados à área de alimentos e fermentações.</p>
<p>O ciclo de palestras reunirá pesquisadores de universidades do Rio Grande do Sul e da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), em Diamantina, fortalecendo a troca de conhecimento e a construção de colaborações científicas interinstitucionais com professores e pesquisadores da 91. “Buscamos contatos institucionais, integrando pesquisadores e captando apoio junto a diferentes parceiros, como a Fapemig, LNF, Syngenta, Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Fazenda Capoeira Coffee, que viabilizaram a participação de pesquisadores convidados de diferentes regiões do país”, explica.</p>
<p>Durante a edição de 2026, os pesquisadores convidados também participarão de atividades no Laboratório Multiusuário de Microbiologia de Fermentações (Lamfe), onde serão realizados treinamentos e discussões sobre técnicas avançadas para o estudo das fermentações, ampliando o impacto do evento na formação de estudantes, pós-graduandos e jovens pesquisadores.</p>
<p>“Além do intercâmbio de conhecimentos entre diferentes instituições, o evento terá impacto especial nos projetos de inovação desenvolvidos na 91. Ao incorporar discussões atuais sobre microbiologia aplicada, compostos bioativos, nanotecnologia e técnicas avançadas para o estudo das fermentações — temas que fazem parte das metas do projeto Biocaps —, fortalecemos ainda mais o ambiente de inovação da Universidade, estimulando novas colaborações científicas, o desenvolvimento de tecnologias e a geração de soluções com potencial de aplicação nos setores de alimentos, biotecnologia e saúde”, finaliza a coordenadora.</p>
<p>As pessoas interessadas devem se inscrever por meio do SIG-UFLA. Dúvidas e outras informações sobre a taxa de inscrição podem ser obtidas pelo e-mail: <a href="mailto:rschwan@ufla.br">rschwan@ufla.br</a> ou pelas redes sociais: @nefer_ufla.</p>UFLA oferece testes gratuitos de ISTs para a comunidade acadêmica na próxima quinta-feira (14/5)2026-05-11T14:41:11-03:002026-05-11T14:41:11-03:00/noticias/institucional/18494-ufla-oferece-testes-gratuitos-de-ists-para-a-comunidade-academica-na-proxima-quinta-feira-14-5Mayara Mesquita<p>Na próxima quinta-feira (14/5), a Universidade Federal de Lavras (UFLA) realizará testes gratuitos para Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). A testagem será realizada das 13h às 15h30, no Ambulatório da 91, localizado no prédio das bandeiras, em frente à Reitoria. O serviço é ofertado para toda a comunidade acadêmica da Universidade. Serão realizados 40 testes, por ordem de chegada.</p>
<p>A iniciativa acontece mensalmente por meio de uma parceria entre a Coordenadoria de Saúde da Pró-Reitoria de Apoio e Permanência Estudantil (Prape/UFLA) e o Serviço de Atendimento Especializado e Centro de Testagem e Aconselhamento (SAE-CTA). A atividade contará com a presença da equipe do SAE-CTA e do médico infectologista Silvio Menicucci, servidor da Coordenadoria de Saúde da 91.</p>
<p>Para mais informações, entre em contato pelo telefone (35) 2142-2197, pelo e-mail <a href="mailto:ambulatorio.prape@ufla.br">ambulatorio.prape@ufla.br</a> ou pelo WhatsApp (35) 99846-1706.</p><p>Na próxima quinta-feira (14/5), a Universidade Federal de Lavras (UFLA) realizará testes gratuitos para Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). A testagem será realizada das 13h às 15h30, no Ambulatório da 91, localizado no prédio das bandeiras, em frente à Reitoria. O serviço é ofertado para toda a comunidade acadêmica da Universidade. Serão realizados 40 testes, por ordem de chegada.</p>
<p>A iniciativa acontece mensalmente por meio de uma parceria entre a Coordenadoria de Saúde da Pró-Reitoria de Apoio e Permanência Estudantil (Prape/UFLA) e o Serviço de Atendimento Especializado e Centro de Testagem e Aconselhamento (SAE-CTA). A atividade contará com a presença da equipe do SAE-CTA e do médico infectologista Silvio Menicucci, servidor da Coordenadoria de Saúde da 91.</p>
<p>Para mais informações, entre em contato pelo telefone (35) 2142-2197, pelo e-mail <a href="mailto:ambulatorio.prape@ufla.br">ambulatorio.prape@ufla.br</a> ou pelo WhatsApp (35) 99846-1706.</p>VI Simpósio Brasileiro de Doenças Negligenciadas discutirá educação ambiental, doenças infecciosas e parasitárias2026-05-04T12:30:02-03:002026-05-04T12:30:02-03:00/noticias/extensao/18473-vi-simposio-brasileiro-de-doencas-negligenciadas-discutira-educacao-ambiental-doencas-infecciosas-e-parasitariasSamuel Fontainha<p>A Universidade Federal de Lavras (UFLA) sediará, entre os dias 19 e 23 de maio, a sexta edição do Simpósio Brasileiro de Doenças Negligenciadas (VI SBDN) e a segunda edição do World Symposium on Neglected Diseases (II WSND). O evento reúne pesquisadores, gestores públicos, representantes de instituições de pesquisa, universidades e sociedades científicas para discutir questões de saúde pública com base em demandas regionais.</p>
<p>Entre os assuntos abordados pelo SBDN em 2026 estarão o aumento expressivo de casos de dengue, que está ganhando projeção global, tuberculose, leishmanioses, doença de Chagas, esporotricose, educação em saúde e hanseníase. De acordo com a presidente do simpósio e professora da Faculdade de Ciências da Saúde, Joziana Muniz de Paiva Barcante, o objetivo do evento é ultrapassar o caráter acadêmico, ao articular ciência, gestão pública e sociedade em torno de desafios que afetam, sobretudo, populações em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>O evento contará com minicursos, conferências e workshops. Durante a abertura e o encerramento, haverá ações voltadas para toda a população e para escolas interessadas. No dia 19, acontece o “Ciência na Praça”, das 8h às 18h, na Praça Dr. Augusto Silva, com exposição de coleções biológicas e de trabalhos de diversas instituições. Já no dia 23, haverá um encontro entre profissionais da área e pessoas que convivem com doenças negligenciadas.</p>
<p>“Será um espaço de interação direta entre pesquisadores e a população, promovendo ciência acessível e troca de saberes. Nesse sentido, também será realizada uma roda de conversa reunindo profissionais da saúde e pessoas que vivenciam enfermidades como doença de Chagas, hanseníase e filariose linfática. Acreditamos que fazer ciência vai além dos laboratórios”, explica a docente.</p>
<p>O simpósio visa promover a saúde e o bem-estar por meio de uma abordagem integral, alinhada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). A primeira edição, em 2014, contribuiu para a implantação do programa de controle das leishmanioses em Lavras, posteriormente expandido para outros municípios do sul de Minas Em outras edições, os debates impulsionaram ações relacionadas à hanseníase em Muzambinho.</p>
<p>Além disso, o evento promove a capacitação de profissionais do município e recebe instituições nacionais e internacionais, como o Instituto Butantan, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a London School of Tropical Medicine and Hygiene e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Compõem a organização do evento as professoras Yuly Andrea Caicedo Blanco, da Universidad Cooperativa de Colombia, e Raquel Aparecida Ferreira, da Fiocruz Minas. </p>
<p>“É essencial ouvir, compreender e dialogar com aqueles que são diretamente impactados pelos nossos objetos de pesquisa, garantindo uma abordagem mais humana, ética e comprometida com a transformação social”, reforça a docente. Profissionais da saúde e da educação serão isentos da taxa de inscrição. </p>
<p>Estudantes em situação de vulnerabilidade social, profissionais de saúde e da educação estão isentos. Dúvidas e outras informações sobre o SBDN estão disponíveis no site do simpósio, que <a href="https://www.sbdn2026.com.br/">você pode conferir por meio deste link</a>. As escolas que desejam participar do “Ciência na Praça” <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeJF-7UI97WA0ksZCwqcKeYSzetVHZF42RAYhhU1m0gvjtPyA/viewform?pli=1">podem se inscrever por meio de formulário eletrônico</a>.</p><p>A Universidade Federal de Lavras (UFLA) sediará, entre os dias 19 e 23 de maio, a sexta edição do Simpósio Brasileiro de Doenças Negligenciadas (VI SBDN) e a segunda edição do World Symposium on Neglected Diseases (II WSND). O evento reúne pesquisadores, gestores públicos, representantes de instituições de pesquisa, universidades e sociedades científicas para discutir questões de saúde pública com base em demandas regionais.</p>
<p>Entre os assuntos abordados pelo SBDN em 2026 estarão o aumento expressivo de casos de dengue, que está ganhando projeção global, tuberculose, leishmanioses, doença de Chagas, esporotricose, educação em saúde e hanseníase. De acordo com a presidente do simpósio e professora da Faculdade de Ciências da Saúde, Joziana Muniz de Paiva Barcante, o objetivo do evento é ultrapassar o caráter acadêmico, ao articular ciência, gestão pública e sociedade em torno de desafios que afetam, sobretudo, populações em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>O evento contará com minicursos, conferências e workshops. Durante a abertura e o encerramento, haverá ações voltadas para toda a população e para escolas interessadas. No dia 19, acontece o “Ciência na Praça”, das 8h às 18h, na Praça Dr. Augusto Silva, com exposição de coleções biológicas e de trabalhos de diversas instituições. Já no dia 23, haverá um encontro entre profissionais da área e pessoas que convivem com doenças negligenciadas.</p>
<p>“Será um espaço de interação direta entre pesquisadores e a população, promovendo ciência acessível e troca de saberes. Nesse sentido, também será realizada uma roda de conversa reunindo profissionais da saúde e pessoas que vivenciam enfermidades como doença de Chagas, hanseníase e filariose linfática. Acreditamos que fazer ciência vai além dos laboratórios”, explica a docente.</p>
<p>O simpósio visa promover a saúde e o bem-estar por meio de uma abordagem integral, alinhada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). A primeira edição, em 2014, contribuiu para a implantação do programa de controle das leishmanioses em Lavras, posteriormente expandido para outros municípios do sul de Minas Em outras edições, os debates impulsionaram ações relacionadas à hanseníase em Muzambinho.</p>
<p>Além disso, o evento promove a capacitação de profissionais do município e recebe instituições nacionais e internacionais, como o Instituto Butantan, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a London School of Tropical Medicine and Hygiene e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Compõem a organização do evento as professoras Yuly Andrea Caicedo Blanco, da Universidad Cooperativa de Colombia, e Raquel Aparecida Ferreira, da Fiocruz Minas. </p>
<p>“É essencial ouvir, compreender e dialogar com aqueles que são diretamente impactados pelos nossos objetos de pesquisa, garantindo uma abordagem mais humana, ética e comprometida com a transformação social”, reforça a docente. Profissionais da saúde e da educação serão isentos da taxa de inscrição. </p>
<p>Estudantes em situação de vulnerabilidade social, profissionais de saúde e da educação estão isentos. Dúvidas e outras informações sobre o SBDN estão disponíveis no site do simpósio, que <a href="https://www.sbdn2026.com.br/">você pode conferir por meio deste link</a>. As escolas que desejam participar do “Ciência na Praça” <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeJF-7UI97WA0ksZCwqcKeYSzetVHZF42RAYhhU1m0gvjtPyA/viewform?pli=1">podem se inscrever por meio de formulário eletrônico</a>.</p>Workshop integra ciência e comunidade para fortalecer hortas urbanas em Três Pontas (MG)2026-04-24T13:50:28-03:002026-04-24T13:50:28-03:00/noticias/extensao/18458-workshop-integra-ciencia-e-comunidade-para-fortalecer-hortas-urbanas-em-tres-pontas-mgCibele Aguiar<p>A Universidade Federal de Lavras (UFLA) participou, no dia 14 de abril de 2026, da realização do workshop “Clima, Terra e Futuro: ciência na horta comunitária”, promovido pelo projeto de extensão Horta Comunitária Raízes do Bem. A atividade ocorreu na região central de Três Pontas (MG), reunindo comunidade local, instituições parceiras e núcleos de estudo da Universidade.</p>
<p>Coordenado pelo professor Rafael Peron Castro, do Departamento de Agricultura (DAG/Esal/UFLA), o evento integra o conjunto de ações do projeto de extensão Horta Comunitária Raízes do Bem e teve como objetivo promover a troca de conhecimentos e experiências sobre práticas sustentáveis de produção de alimentos em hortas comunitárias.</p>
<p>A iniciativa também contou com a participação do estudante de graduação em Agronomia da Esal/UFLA, Tiago Henrique, participante do Programa Brasileiro de Embaixadores de Saúde Planetária (PESP) 2025, sob coordenação do Grupo de Estudos <img style="margin-right: 10px; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; float: left;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/workshop3.jpeg" alt="workshop3" width="223" height="298" />Saúde Planetária do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP). Segundo Tiago, a atividade contribui para o fortalecimento da agricultura urbana, da segurança alimentar e da educação ambiental, ao promover a integração entre conhecimentos científicos e saberes locais, com foco em práticas acessíveis e replicáveis em diferentes contextos comunitários.</p>
<p>A programação incluiu oficinas práticas conduzidas por diferentes núcleos de estudo da 91, que apresentaram abordagens aplicadas à produção sustentável e ao aproveitamento de recursos naturais. Participaram da ação:</p>
<ul>
<li aria-level="1">Núcleo de Estudos em Plantas Oleaginosas, Óleos Vegetais, Gorduras e Biocombustíveis (G-ÓLEO)</li>
<li aria-level="1">Núcleo de Estudos em Olericultura (NEO)</li>
<li aria-level="1">Núcleo de Estudos em Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares (NEMAC/NEPRON)</li>
<li aria-level="1">Núcleo de Estudos em Qualidade de Alimentos (Nuquali)</li>
<li aria-level="1">Núcleo de Estudos em Materiais e Técnicas Não Convencionais na Construção Civil (NEMATENC)</li>
</ul>
<p>O workshop foi organizado conjuntamente com a Associação Ubuntu e a Paróquia Nossa Senhora Aparecida ambas de Três Pontas, além do apoio de instituições como a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), o Laboratório de Manejo Florestal (LEMAF), o Sicoob Copersul, a Prefeitura Municipal de Três Pontas e o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE).</p>
<p>Como desdobramento das ações do projeto, o Horta Comunitária Raízes do Bem também foi reconhecido nacionalmente na campanha Mutirão ReDUS Rumo à COP30, iniciativa vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República no contexto da COP30. A ação passou a integrar o Mapa de Emergência e Resiliência Climática da GeoReDUS, que reúne experiências em todo o país voltadas ao enfrentamento das mudanças climáticas. O reconhecimento evidencia a relevância do projeto ao articular práticas locais de agricultura urbana com a agenda climática global, reforçando sua contribuição para soluções sustentáveis e replicáveis em diferentes territórios.</p>
<p>A próxima ação do projeto já está sendo planejada. Em maio haverá a realização da oficina “Do Plantio à Colheita”, com a participação do Núcleo de Estudos em Olericultura - NEO, que fará a capacitação dos voluntários da Horta e de professores e alunos de escolas estaduais que estão iniciando projetos semelhantes em suas escolas.</p>
<p><img style="margin-right: 5px;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/Workshop4.jpeg" alt="Workshop4" width="350" height="197" /></p>
<p><img style="margin-right: 5px;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/Workshop6.jpeg" alt="Workshop6" width="350" height="197" /></p>
<p><img style="margin-right: 5px;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/Workshop5.jpeg" alt="Workshop5" width="350" height="197" /></p>
<p><img style="margin-right: 5px;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/workshop8.jpeg" alt="workshop8" width="350" height="197" /></p>
<p><img style="margin-right: 5px;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/Workshop9.jpeg" alt="Workshop9" width="350" height="197" /></p>
<p> </p>
<p> </p><p>A Universidade Federal de Lavras (UFLA) participou, no dia 14 de abril de 2026, da realização do workshop “Clima, Terra e Futuro: ciência na horta comunitária”, promovido pelo projeto de extensão Horta Comunitária Raízes do Bem. A atividade ocorreu na região central de Três Pontas (MG), reunindo comunidade local, instituições parceiras e núcleos de estudo da Universidade.</p>
<p>Coordenado pelo professor Rafael Peron Castro, do Departamento de Agricultura (DAG/Esal/UFLA), o evento integra o conjunto de ações do projeto de extensão Horta Comunitária Raízes do Bem e teve como objetivo promover a troca de conhecimentos e experiências sobre práticas sustentáveis de produção de alimentos em hortas comunitárias.</p>
<p>A iniciativa também contou com a participação do estudante de graduação em Agronomia da Esal/UFLA, Tiago Henrique, participante do Programa Brasileiro de Embaixadores de Saúde Planetária (PESP) 2025, sob coordenação do Grupo de Estudos <img style="margin-right: 10px; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; float: left;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/workshop3.jpeg" alt="workshop3" width="223" height="298" />Saúde Planetária do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP). Segundo Tiago, a atividade contribui para o fortalecimento da agricultura urbana, da segurança alimentar e da educação ambiental, ao promover a integração entre conhecimentos científicos e saberes locais, com foco em práticas acessíveis e replicáveis em diferentes contextos comunitários.</p>
<p>A programação incluiu oficinas práticas conduzidas por diferentes núcleos de estudo da 91, que apresentaram abordagens aplicadas à produção sustentável e ao aproveitamento de recursos naturais. Participaram da ação:</p>
<ul>
<li aria-level="1">Núcleo de Estudos em Plantas Oleaginosas, Óleos Vegetais, Gorduras e Biocombustíveis (G-ÓLEO)</li>
<li aria-level="1">Núcleo de Estudos em Olericultura (NEO)</li>
<li aria-level="1">Núcleo de Estudos em Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares (NEMAC/NEPRON)</li>
<li aria-level="1">Núcleo de Estudos em Qualidade de Alimentos (Nuquali)</li>
<li aria-level="1">Núcleo de Estudos em Materiais e Técnicas Não Convencionais na Construção Civil (NEMATENC)</li>
</ul>
<p>O workshop foi organizado conjuntamente com a Associação Ubuntu e a Paróquia Nossa Senhora Aparecida ambas de Três Pontas, além do apoio de instituições como a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), o Laboratório de Manejo Florestal (LEMAF), o Sicoob Copersul, a Prefeitura Municipal de Três Pontas e o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE).</p>
<p>Como desdobramento das ações do projeto, o Horta Comunitária Raízes do Bem também foi reconhecido nacionalmente na campanha Mutirão ReDUS Rumo à COP30, iniciativa vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República no contexto da COP30. A ação passou a integrar o Mapa de Emergência e Resiliência Climática da GeoReDUS, que reúne experiências em todo o país voltadas ao enfrentamento das mudanças climáticas. O reconhecimento evidencia a relevância do projeto ao articular práticas locais de agricultura urbana com a agenda climática global, reforçando sua contribuição para soluções sustentáveis e replicáveis em diferentes territórios.</p>
<p>A próxima ação do projeto já está sendo planejada. Em maio haverá a realização da oficina “Do Plantio à Colheita”, com a participação do Núcleo de Estudos em Olericultura - NEO, que fará a capacitação dos voluntários da Horta e de professores e alunos de escolas estaduais que estão iniciando projetos semelhantes em suas escolas.</p>
<p><img style="margin-right: 5px;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/Workshop4.jpeg" alt="Workshop4" width="350" height="197" /></p>
<p><img style="margin-right: 5px;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/Workshop6.jpeg" alt="Workshop6" width="350" height="197" /></p>
<p><img style="margin-right: 5px;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/Workshop5.jpeg" alt="Workshop5" width="350" height="197" /></p>
<p><img style="margin-right: 5px;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/workshop8.jpeg" alt="workshop8" width="350" height="197" /></p>
<p><img style="margin-right: 5px;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/Workshop9.jpeg" alt="Workshop9" width="350" height="197" /></p>
<p> </p>
<p> </p>UFLA e SAE realizam nesta quinta-feira testes de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs)2026-04-14T13:47:24-03:002026-04-14T13:47:24-03:00/noticias/institucional/18440-ufla-e-sae-realizam-nesta-quinta-feira-testes-de-infeccoes-sexualmente-transmissiveis-istsSamuel Fontainha<p>A Universidade Federal de Lavras (UFLA) realizará, na próxima quinta-feira, dia 16, testes gratuitos para Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). A iniciativa mensal acontece por meio da Coordenadoria de Saúde da Pró-Reitoria de Apoio e Permanência Estudantil (Prape), em parceria com o Serviço de Atendimento Especializado e Centro de Testagem e Aconselhamento (SAE-CTA).</p>
<p>A testagem será realizada das 13h às 15h30, no Ambulatório da 91, localizado no prédio das bandeiras, em frente à Reitoria. A atividade contará com a presença da equipe do SAE-CTA e do médico infectologista Silvio Menicucci, servidor da Coordenadoria de Saúde da 91.</p>
<p>O serviço é ofertado para toda a comunidade acadêmica da 91. Serão realizados 40 testes, por ordem de chegada. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (35) 2142-2197, pelo e-mail <a href="mailto:ambulatorio.prape@ufla.br">ambulatorio.prape@ufla.br</a> ou pelo WhatsApp (35) 99846-1706.</p><p>A Universidade Federal de Lavras (UFLA) realizará, na próxima quinta-feira, dia 16, testes gratuitos para Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). A iniciativa mensal acontece por meio da Coordenadoria de Saúde da Pró-Reitoria de Apoio e Permanência Estudantil (Prape), em parceria com o Serviço de Atendimento Especializado e Centro de Testagem e Aconselhamento (SAE-CTA).</p>
<p>A testagem será realizada das 13h às 15h30, no Ambulatório da 91, localizado no prédio das bandeiras, em frente à Reitoria. A atividade contará com a presença da equipe do SAE-CTA e do médico infectologista Silvio Menicucci, servidor da Coordenadoria de Saúde da 91.</p>
<p>O serviço é ofertado para toda a comunidade acadêmica da 91. Serão realizados 40 testes, por ordem de chegada. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (35) 2142-2197, pelo e-mail <a href="mailto:ambulatorio.prape@ufla.br">ambulatorio.prape@ufla.br</a> ou pelo WhatsApp (35) 99846-1706.</p>UFLA inicia nova fase da internacionalização da pós-graduação com lançamento do programa Capes Global2026-04-06T21:22:34-03:002026-04-06T21:22:34-03:00/noticias/institucional/18417-ufla-realiza-marco-zero-do-capes-global-edu-e-inicia-nova-fase-da-internacionalizacao-da-pos-graduacaoCibele Aguiar<p>A Universidade Federal de Lavras (UFLA) realizou, na quarta-feira (1º/4), o evento Marco Zero do Programa Redes para Internacionalização Institucional – Capes Global.Edu. O encontro, realizado no Anfiteatro das Pró-Reitorias, marcou o início institucional das ações vinculadas aos projetos aprovados no edital e reuniu gestores, docentes e representantes das instituições parceiras.</p>
<p>O evento contou com a fala do reitor da 91, professor José Roberto Scolforo; do pró-reitor de Pós-Graduação, professor Adriano Bruzi; e do diretor de Relações Internacionais, professor Flávio Medeiros. Integrantes da rede também participaram da programação por videoconferência, entre eles o professor Marlon Cristian Toledo Pereira (Unimontes), o professor Marcos Vinícius Giongo Alves (UFT), a professora Maria Helena Tavares de Matos (Univasf) e o professor Rubens Maribondo do Nascimento (UFRN), que também é o coordenador da rede em que a UFLA é parceira. </p>
<p>O Marco Zero simboliza o início de uma agenda estruturada de cooperação acadêmica e científica, baseada na articulação entre instituições brasileiras e internacionais. Ao todo, os projeto<img style="margin-right: 0px; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; float: right;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/capes-global-dri.JPG" alt="capes global dri" width="350" height="235" />s aprovados deverão envolver 35 programas de pós-graduação da 91, com previsão de aplicação de aproximadamente R$112 milhões voltados ao fortalecimento da pós-graduação e à ampliação das ações de internacionalização.</p>
<p>A iniciativa deverá impactar diretamente o desempenho dos programas na avaliação da Capes, ao ampliar a inserção internacional, fomentar redes de pesquisa e promover a mobilidade de estudantes, docentes e pesquisadores.</p>
<p><strong>Cooperação internacional e temas estratégicos</strong></p>
<p><img style="margin-right: 10px; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; float: left;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/capes-blobal-bruzzi2.JPG" alt="capes blobal bruzzi2" width="350" height="233" />No âmbito da proposta coordenada pela UFLA, duas áreas temáticas estruturam as ações: o combate à fome e a promoção da segurança alimentar sustentável, e a resiliência climática em perspectiva global.</p>
<p>De acordo com o professor Victor Pylro (ICN/UFLA), coordenador da área temática de combate à fome, o programa permitirá ampliar de forma consistente os processos de internacionalização da Universidade. “As ações previstas envolvem mobilidade acadêmica e transferência de conhecimento entre as instituições da rede, o que fortalece tanto a formação quanto a produção científica”, destaca.</p>
<p>Já o professor Rafael Zenni (ICN/UFLA), responsável pela área de resiliência climática, ressalta a formalização de parcerias com universidades internacionais como um dos principais avanços. O projeto deverá contribuir para o desenvolvimento e o aprimoramento das pesquisas relacionadas às mudanças climáticas, além de ampliar a capacidade de resposta frente aos desafios globais”, afirma. Ele também destaca o intercâmbio de professores, pesquisadores e estudantes como elemento central para o fortalecimento das competências institucionais.</p>
<p>A professora Patrícia Vasconcelos Almeida, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Letras e responsável pela temática de inovação e cognição, enfatiza o impacto do programa sobre os cursos em consolidação. Segundo ela, a iniciativa “contribui para fortalecer programas emergentes, ampliando sua projeção internacional e promovendo ganhos em visibilidade, desempenho e integração acadêmica”.</p>
<p><strong>Liderança institucional e impacto na pós-graduação</strong></p>
<p>A UFLA atua como coordenadora da rede formada com a Universidade Federal do Tocantins (UFT), a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) e a Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), com a proposta “Semeando equidade: cooperação global para segurança alimentar, resiliência climática e inclusão social”. O projeto deverá receber cerca de R$46 milhões, com possibilidade de apoio complementar da Fapemig.</p>
<p>Além disso, a Universidade participa como instituição associada em outra proposta aprovada, que reúne UFRN, UEL, UFLA e Unijuí, com investimento estimado em R$66 milhões.</p>
<p><img style="margin: 10px 10px 10px 0px; float: left;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/capes-global.JPG" alt="capes global" width="350" height="222" />Somadas, as iniciativas ampliam o alcance da internacionalização na 91 e reforçam a atuação institucional em redes colaborativas, envolvendo programas de pós-graduação de diferentes áreas do conhecimento. Para o pró-reitor de Pós-Graduação, professor Adriano Bruzi, o resultado representa um avanço na consolidação da política institucional. “A aprovação dos projetos fortalece a inserção internacional da 91, amplia oportunidades de formação e contribui diretamente para a qualificação da pesquisa e da pós-graduação”, destaca.</p>
<p>Para o reitor, o Marco Zero representa o reconhecimento do trabalho consistente que a UFLA vem desenvolvendo ao longo dos anos na pós-graduação. “A aprovação desses projetos evidencia a capacidade da Universidade de articular parcerias interinstitucionais qualificadas, no Brasil e no exterior, em torno de temas estratégicos para a sociedade. Trata-se de uma iniciativa que amplia horizontes, fortalece nossas redes de pesquisa e impacta diretamente a formação de excelência que já é uma marca da 91. Parabenizo todos os envolvidos pela conquista e reafirmo nosso compromisso com o avanço da ciência, da inovação e da internacionalização.”</p>
<p>Nesta semana, o pró-reitor, Adriano Bruzzi, participa do evento de lançamento do Programa na capes, em Brasília. </p>
<p> </p><p>A Universidade Federal de Lavras (UFLA) realizou, na quarta-feira (1º/4), o evento Marco Zero do Programa Redes para Internacionalização Institucional – Capes Global.Edu. O encontro, realizado no Anfiteatro das Pró-Reitorias, marcou o início institucional das ações vinculadas aos projetos aprovados no edital e reuniu gestores, docentes e representantes das instituições parceiras.</p>
<p>O evento contou com a fala do reitor da 91, professor José Roberto Scolforo; do pró-reitor de Pós-Graduação, professor Adriano Bruzi; e do diretor de Relações Internacionais, professor Flávio Medeiros. Integrantes da rede também participaram da programação por videoconferência, entre eles o professor Marlon Cristian Toledo Pereira (Unimontes), o professor Marcos Vinícius Giongo Alves (UFT), a professora Maria Helena Tavares de Matos (Univasf) e o professor Rubens Maribondo do Nascimento (UFRN), que também é o coordenador da rede em que a UFLA é parceira. </p>
<p>O Marco Zero simboliza o início de uma agenda estruturada de cooperação acadêmica e científica, baseada na articulação entre instituições brasileiras e internacionais. Ao todo, os projeto<img style="margin-right: 0px; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; float: right;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/capes-global-dri.JPG" alt="capes global dri" width="350" height="235" />s aprovados deverão envolver 35 programas de pós-graduação da 91, com previsão de aplicação de aproximadamente R$112 milhões voltados ao fortalecimento da pós-graduação e à ampliação das ações de internacionalização.</p>
<p>A iniciativa deverá impactar diretamente o desempenho dos programas na avaliação da Capes, ao ampliar a inserção internacional, fomentar redes de pesquisa e promover a mobilidade de estudantes, docentes e pesquisadores.</p>
<p><strong>Cooperação internacional e temas estratégicos</strong></p>
<p><img style="margin-right: 10px; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; float: left;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/capes-blobal-bruzzi2.JPG" alt="capes blobal bruzzi2" width="350" height="233" />No âmbito da proposta coordenada pela UFLA, duas áreas temáticas estruturam as ações: o combate à fome e a promoção da segurança alimentar sustentável, e a resiliência climática em perspectiva global.</p>
<p>De acordo com o professor Victor Pylro (ICN/UFLA), coordenador da área temática de combate à fome, o programa permitirá ampliar de forma consistente os processos de internacionalização da Universidade. “As ações previstas envolvem mobilidade acadêmica e transferência de conhecimento entre as instituições da rede, o que fortalece tanto a formação quanto a produção científica”, destaca.</p>
<p>Já o professor Rafael Zenni (ICN/UFLA), responsável pela área de resiliência climática, ressalta a formalização de parcerias com universidades internacionais como um dos principais avanços. O projeto deverá contribuir para o desenvolvimento e o aprimoramento das pesquisas relacionadas às mudanças climáticas, além de ampliar a capacidade de resposta frente aos desafios globais”, afirma. Ele também destaca o intercâmbio de professores, pesquisadores e estudantes como elemento central para o fortalecimento das competências institucionais.</p>
<p>A professora Patrícia Vasconcelos Almeida, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Letras e responsável pela temática de inovação e cognição, enfatiza o impacto do programa sobre os cursos em consolidação. Segundo ela, a iniciativa “contribui para fortalecer programas emergentes, ampliando sua projeção internacional e promovendo ganhos em visibilidade, desempenho e integração acadêmica”.</p>
<p><strong>Liderança institucional e impacto na pós-graduação</strong></p>
<p>A UFLA atua como coordenadora da rede formada com a Universidade Federal do Tocantins (UFT), a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) e a Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), com a proposta “Semeando equidade: cooperação global para segurança alimentar, resiliência climática e inclusão social”. O projeto deverá receber cerca de R$46 milhões, com possibilidade de apoio complementar da Fapemig.</p>
<p>Além disso, a Universidade participa como instituição associada em outra proposta aprovada, que reúne UFRN, UEL, UFLA e Unijuí, com investimento estimado em R$66 milhões.</p>
<p><img style="margin: 10px 10px 10px 0px; float: left;" src="/images/noticias/2026/04_ABR/capes-global.JPG" alt="capes global" width="350" height="222" />Somadas, as iniciativas ampliam o alcance da internacionalização na 91 e reforçam a atuação institucional em redes colaborativas, envolvendo programas de pós-graduação de diferentes áreas do conhecimento. Para o pró-reitor de Pós-Graduação, professor Adriano Bruzi, o resultado representa um avanço na consolidação da política institucional. “A aprovação dos projetos fortalece a inserção internacional da 91, amplia oportunidades de formação e contribui diretamente para a qualificação da pesquisa e da pós-graduação”, destaca.</p>
<p>Para o reitor, o Marco Zero representa o reconhecimento do trabalho consistente que a UFLA vem desenvolvendo ao longo dos anos na pós-graduação. “A aprovação desses projetos evidencia a capacidade da Universidade de articular parcerias interinstitucionais qualificadas, no Brasil e no exterior, em torno de temas estratégicos para a sociedade. Trata-se de uma iniciativa que amplia horizontes, fortalece nossas redes de pesquisa e impacta diretamente a formação de excelência que já é uma marca da 91. Parabenizo todos os envolvidos pela conquista e reafirmo nosso compromisso com o avanço da ciência, da inovação e da internacionalização.”</p>
<p>Nesta semana, o pró-reitor, Adriano Bruzzi, participa do evento de lançamento do Programa na capes, em Brasília. </p>
<p> </p>UFLA celebra 10 anos de criação do curso de Medicina com foco em impacto regional e formação humanizada2025-12-04T17:11:25-03:002025-12-04T17:11:25-03:00/noticias/ensino/18156-ufla-celebra-10-anos-de-criacao-do-curso-de-medicina-com-foco-em-impacto-regional-e-formacao-humanizada-2Karina Mascarenhas<p style="text-align: justify;">A Universidade Federal de Lavras (UFLA) celebra, em 2025, os 10 anos de criação do curso de Medicina, marco que simboliza uma década de formação profissional, inovação acadêmica e fortalecimento da saúde pública em Lavras e na região. Criado com a proposta de integrar ensino, pesquisa e atenção básica, o curso se consolidou como referência no sul de Minas, contribuindo para a melhoria do cuidado em saúde e, especialmente, para a qualificação dos serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p style="text-align: justify;">Para celebrar a data, foi realizada uma programação especial, que incluiu a inauguração do anfiteatro “Professor Raimundo Vicente de Sousa”, que homenageia o docente do Departamento de Medicina Veterinária falecido em 2018 e agraciado com o prêmio Profissional Destaque do Ano, concedido pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária de Minas Gerais (CRMV-MG). A cerimônia também contou com a entrega de honrarias e com uma palestra comemorativa proferida pelo vice-presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Daniel Gomes Monteiro Beltrammi. A programação foi concluída com o evento “Diálogos”, que reuniu professores e egressos do curso de Medicina para reflexões, trocas de experiências e homenagens.</p>
<p style="text-align: justify;">O reitor da 91, professor José Roberto Soares Scolforo, destacou que o aniversário do curso representa uma conquista institucional e comunitária. “Este é um momento de reverenciar as pessoas que fizeram história nesta instituição, e isso é muito importante. Não esquecer o passado, não esquecer que, para chegarmos ao patamar em que estamos hoje, caminhamos sobre uma base muito sólida construída pelo trabalho de muitas mãos. A homenagem ao professor Raimundo traduz esse reconhecimento: ele foi uma dessas pessoas que ajudaram a colocar inúmeras pedras e tijolos na construção da 91. Celebrar 10 anos do curso de Medicina é valorizar o compromisso de docentes, estudantes, técnicos administrativos e de todos os nossos parceiros que caminham conosco nesta jornada.”</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo da última década, o curso de Medicina ampliou significativamente suas atividades práticas, fortalecendo parcerias com unidades de saúde de Lavras e de municípios da região. Segundo o chefe do Departamento de Medicina, professor Vítor Luís Tenório Mati, um dos maiores desafios no processo de implantação do curso foi a constituição do corpo docente.“Tivemos um grande apoio da 91 e do Ministério da Educação (MEC), por meio de uma comissão específica. Conseguimos atrair profissionais altamente qualificados, com excelência técnica, humana e formativa. Todo esse trabalho, que hoje se reflete na prática, estava previsto desde as primeiras concepções do curso, ainda em 2013 e 2014. Esse planejamento tem feito a diferença para os pacientes, para aqueles que participam dos nossos projetos de extensão e para os públicos atendidos pelos cursos e ações derivados da estruturação do curso de Medicina.” </p>
<p style="text-align: justify;">O professor destaca ainda os avanços na pós-graduação <em>stricto sensu</em> em Ciências da Saúde. “Trata-se de um dos programas mais procurados na 91, e já temos a expectativa de um curso de doutorado. A pós-graduação tem caminhado muito próxima da pesquisa, sendo o carro-chefe das nossas produções científicas. É importante pontuar e celebrar essas conquistas, que resultam diretamente do fortalecimento do departamento e da consolidação do curso de Medicina na Universidade.”</p>
<p style="text-align: justify;">Atingindo a marca de aproximadamente 300 médicos formados e contando atualmente com um corpo docente composto por 67 professores, o curso de Medicina tem levado o nome da 91 a diversas cidades brasileiras. O coordenador do curso, professor Ernesto Lippi Neto, destaca a importância da formação humanizada, característica que se tornou uma marca da Medicina na Instituição.“Temos obtido excelentes resultados. Nossos estudantes se destacam, alcançam aprovação em programas de residência e demonstram sólida atuação na prática profissional. A Medicina da 91 já leva seu nome para além da Universidade, por meio dos profissionais que aqui se formam.”</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados dessa trajetória também se refletem na atuação dos egressos, como o Dr. Guilherme Lopes Dias, formado pela segunda turma do curso. Ele destaca que a formação recebida pela UFLA foi determinante para o início de sua carreira e para sua consolidação profissional. “Hoje trabalho em Lavras como servidor concursado da Prefeitura Municipal, na Atenção Básica à Saúde, e também integro o Corpo Clínico da Santa Casa de Lavras. A UFLA, de forma geral, foi essencial na minha formação e na minha empregabilidade, inclusive na construção da minha família. Devo toda a minha história profissional e pessoal à UFLA. Sou muito grato por isso.”</p>
<p style="text-align: justify;">Para além do câmpus, o curso tem um papel estratégico no desenvolvimento regional. O presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde dos Municípios da Microrregião de Lavras (CISLAV) e prefeito de Ribeirão Vermelho, Welder Marcelo Pereira, enfatiza o impacto positivo da presença dos estudantes e das atividades da 91 nas cidades da região. “A expectativa dos municípios da microrregião de Lavras, dos 12 municípios representados pelo CISLAV, é a melhoria da saúde pública, fazendo o atendimento chegar a quem mais precisa. Hoje já percebemos o impacto do curso de Medicina da 91: temos mais facilidade para contratar médicos e atender melhora toda a população.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Hospital Universitário</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A relevância do curso de Medicina também reflete o compromisso nacional com o Sistema Único de Saúde (SUS). Em sua palestra, o vice-presidente da Ebserh, Daniel Gomes Monteiro Beltrammi, destacou que a parceria entre a Ebserh e a Universidade se encontra em um novo patamar, voltada à consolidação do Hospital Universitário da 91 (HU-UFLA), que integrará a rede federal de hospitais universitários operada integralmente pelo SUS. Beltrammi lembrou que a Rede Ebserh soma hoje mais de 9 mil leitos e contribui para a formação de mais de 55 mil estudantes de graduação, em todas as regiões do País, além de 8.500 médicos residentes, constituindo-se como a maior rede de hospitais públicos federais do País e do sul global.</p>
<p style="text-align: justify;">O vice-presidente apresentou, em primeira mão ao público presente, os projetos arquitetônicos do HU-UFLA, detalhando a ampliação prevista e a configuração do hospital. Ele ressaltou a retomada das obras a partir da assinatura do contrato de gestão especial, realizada em novembro de 2024. O projeto prevê 85 leitos clínicos, 20 leitos de UTI, além de leitos de observação e de recuperação pós-cirúrgica. Segundo Beltrammi, a previsão é de início das obras em março de 2026 e conclusão em março de 2027, quando o hospital será aberto para a população de Lavras e dos outros 53 municípios da região.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao comentar os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Beltrammi afirmou: “O PAC entrou com R$25 milhões como um primeiro sinal para nos permitir ocupar os primeiros 7.140 metros quadrados de intervenção. E aí nós vamos trabalhar para que, no final do primeiro trimestre de 2027, estejamos prontos para virar a chave. Na verdade, não estamos trabalhando para isso; para ser bem objetivo, estamos trabalhando freneticamente para que seja antes disso”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao celebrar os 10 anos do curso de Medicina, Beltrammi destacou: “Nossa tarefa conjunta é ainda mais ensino, ainda mais saúde, ainda mais pesquisa, ainda mais inovação, sempre a serviço da vida e do nosso Sistema Único de Saúde”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao completar uma década, o curso de Medicina da 91 celebra não apenas sua trajetória, mas também seu futuro. A Universidade segue investindo em infraestrutura, inovação pedagógica e ampliação de parcerias, reafirmando seu compromisso com a formação de profissionais qualificados e com a promoção da saúde pública.</p>
<p><em>Clique na imagem abaixo e confira as fotos dos eventos.</em></p>
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<p><a href="https://photos.app.goo.gl/odhWpCy38nQmwh7R6"><img style="margin-right: auto; display: block; margin-left: auto;" src="/images/noticias/2025/12_DEZ/equipe_medicina.png" alt="equipe medicina" /></a></p>
<p> </p><p style="text-align: justify;">A Universidade Federal de Lavras (UFLA) celebra, em 2025, os 10 anos de criação do curso de Medicina, marco que simboliza uma década de formação profissional, inovação acadêmica e fortalecimento da saúde pública em Lavras e na região. Criado com a proposta de integrar ensino, pesquisa e atenção básica, o curso se consolidou como referência no sul de Minas, contribuindo para a melhoria do cuidado em saúde e, especialmente, para a qualificação dos serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p style="text-align: justify;">Para celebrar a data, foi realizada uma programação especial, que incluiu a inauguração do anfiteatro “Professor Raimundo Vicente de Sousa”, que homenageia o docente do Departamento de Medicina Veterinária falecido em 2018 e agraciado com o prêmio Profissional Destaque do Ano, concedido pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária de Minas Gerais (CRMV-MG). A cerimônia também contou com a entrega de honrarias e com uma palestra comemorativa proferida pelo vice-presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Daniel Gomes Monteiro Beltrammi. A programação foi concluída com o evento “Diálogos”, que reuniu professores e egressos do curso de Medicina para reflexões, trocas de experiências e homenagens.</p>
<p style="text-align: justify;">O reitor da 91, professor José Roberto Soares Scolforo, destacou que o aniversário do curso representa uma conquista institucional e comunitária. “Este é um momento de reverenciar as pessoas que fizeram história nesta instituição, e isso é muito importante. Não esquecer o passado, não esquecer que, para chegarmos ao patamar em que estamos hoje, caminhamos sobre uma base muito sólida construída pelo trabalho de muitas mãos. A homenagem ao professor Raimundo traduz esse reconhecimento: ele foi uma dessas pessoas que ajudaram a colocar inúmeras pedras e tijolos na construção da 91. Celebrar 10 anos do curso de Medicina é valorizar o compromisso de docentes, estudantes, técnicos administrativos e de todos os nossos parceiros que caminham conosco nesta jornada.”</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo da última década, o curso de Medicina ampliou significativamente suas atividades práticas, fortalecendo parcerias com unidades de saúde de Lavras e de municípios da região. Segundo o chefe do Departamento de Medicina, professor Vítor Luís Tenório Mati, um dos maiores desafios no processo de implantação do curso foi a constituição do corpo docente.“Tivemos um grande apoio da 91 e do Ministério da Educação (MEC), por meio de uma comissão específica. Conseguimos atrair profissionais altamente qualificados, com excelência técnica, humana e formativa. Todo esse trabalho, que hoje se reflete na prática, estava previsto desde as primeiras concepções do curso, ainda em 2013 e 2014. Esse planejamento tem feito a diferença para os pacientes, para aqueles que participam dos nossos projetos de extensão e para os públicos atendidos pelos cursos e ações derivados da estruturação do curso de Medicina.” </p>
<p style="text-align: justify;">O professor destaca ainda os avanços na pós-graduação <em>stricto sensu</em> em Ciências da Saúde. “Trata-se de um dos programas mais procurados na 91, e já temos a expectativa de um curso de doutorado. A pós-graduação tem caminhado muito próxima da pesquisa, sendo o carro-chefe das nossas produções científicas. É importante pontuar e celebrar essas conquistas, que resultam diretamente do fortalecimento do departamento e da consolidação do curso de Medicina na Universidade.”</p>
<p style="text-align: justify;">Atingindo a marca de aproximadamente 300 médicos formados e contando atualmente com um corpo docente composto por 67 professores, o curso de Medicina tem levado o nome da 91 a diversas cidades brasileiras. O coordenador do curso, professor Ernesto Lippi Neto, destaca a importância da formação humanizada, característica que se tornou uma marca da Medicina na Instituição.“Temos obtido excelentes resultados. Nossos estudantes se destacam, alcançam aprovação em programas de residência e demonstram sólida atuação na prática profissional. A Medicina da 91 já leva seu nome para além da Universidade, por meio dos profissionais que aqui se formam.”</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados dessa trajetória também se refletem na atuação dos egressos, como o Dr. Guilherme Lopes Dias, formado pela segunda turma do curso. Ele destaca que a formação recebida pela UFLA foi determinante para o início de sua carreira e para sua consolidação profissional. “Hoje trabalho em Lavras como servidor concursado da Prefeitura Municipal, na Atenção Básica à Saúde, e também integro o Corpo Clínico da Santa Casa de Lavras. A UFLA, de forma geral, foi essencial na minha formação e na minha empregabilidade, inclusive na construção da minha família. Devo toda a minha história profissional e pessoal à UFLA. Sou muito grato por isso.”</p>
<p style="text-align: justify;">Para além do câmpus, o curso tem um papel estratégico no desenvolvimento regional. O presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde dos Municípios da Microrregião de Lavras (CISLAV) e prefeito de Ribeirão Vermelho, Welder Marcelo Pereira, enfatiza o impacto positivo da presença dos estudantes e das atividades da 91 nas cidades da região. “A expectativa dos municípios da microrregião de Lavras, dos 12 municípios representados pelo CISLAV, é a melhoria da saúde pública, fazendo o atendimento chegar a quem mais precisa. Hoje já percebemos o impacto do curso de Medicina da 91: temos mais facilidade para contratar médicos e atender melhora toda a população.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Hospital Universitário</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A relevância do curso de Medicina também reflete o compromisso nacional com o Sistema Único de Saúde (SUS). Em sua palestra, o vice-presidente da Ebserh, Daniel Gomes Monteiro Beltrammi, destacou que a parceria entre a Ebserh e a Universidade se encontra em um novo patamar, voltada à consolidação do Hospital Universitário da 91 (HU-UFLA), que integrará a rede federal de hospitais universitários operada integralmente pelo SUS. Beltrammi lembrou que a Rede Ebserh soma hoje mais de 9 mil leitos e contribui para a formação de mais de 55 mil estudantes de graduação, em todas as regiões do País, além de 8.500 médicos residentes, constituindo-se como a maior rede de hospitais públicos federais do País e do sul global.</p>
<p style="text-align: justify;">O vice-presidente apresentou, em primeira mão ao público presente, os projetos arquitetônicos do HU-UFLA, detalhando a ampliação prevista e a configuração do hospital. Ele ressaltou a retomada das obras a partir da assinatura do contrato de gestão especial, realizada em novembro de 2024. O projeto prevê 85 leitos clínicos, 20 leitos de UTI, além de leitos de observação e de recuperação pós-cirúrgica. Segundo Beltrammi, a previsão é de início das obras em março de 2026 e conclusão em março de 2027, quando o hospital será aberto para a população de Lavras e dos outros 53 municípios da região.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao comentar os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Beltrammi afirmou: “O PAC entrou com R$25 milhões como um primeiro sinal para nos permitir ocupar os primeiros 7.140 metros quadrados de intervenção. E aí nós vamos trabalhar para que, no final do primeiro trimestre de 2027, estejamos prontos para virar a chave. Na verdade, não estamos trabalhando para isso; para ser bem objetivo, estamos trabalhando freneticamente para que seja antes disso”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao celebrar os 10 anos do curso de Medicina, Beltrammi destacou: “Nossa tarefa conjunta é ainda mais ensino, ainda mais saúde, ainda mais pesquisa, ainda mais inovação, sempre a serviço da vida e do nosso Sistema Único de Saúde”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao completar uma década, o curso de Medicina da 91 celebra não apenas sua trajetória, mas também seu futuro. A Universidade segue investindo em infraestrutura, inovação pedagógica e ampliação de parcerias, reafirmando seu compromisso com a formação de profissionais qualificados e com a promoção da saúde pública.</p>
<p><em>Clique na imagem abaixo e confira as fotos dos eventos.</em></p>
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<p><a href="https://photos.app.goo.gl/odhWpCy38nQmwh7R6"><img style="margin-right: auto; display: block; margin-left: auto;" src="/images/noticias/2025/12_DEZ/equipe_medicina.png" alt="equipe medicina" /></a></p>
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