Oficinas/aniversario/111anos/oficinas2026-04-29T07:57:37+00:00UFLA 111 AnosJoomla! - Open Source Content ManagementColeta Seletiva e Reaproveitamento de Materiais em Casa2021-08-27T14:36:27+00:002021-08-27T14:36:27+00:00/aniversario/111anos/oficinas/37-coleta-seletiva-e-reaproveitamento-de-materiais-em-casaCleison<p><strong>Equipe responsável:</strong> Coordenadoria de Eventos do núcleo</p>
<p><strong>Resumo:</strong> A proposta de atividade consiste em promover uma breve apresentação sobre conceitos de reciclagem e a importância da coleta seletiva. Em um segundo momento será realizada uma atividade prática em que os participantes deverão selecionar materiais inutilizados em sua residência e a partir de uma discussão fomentada pelo que foi apresentado, dar uma nova destinação, seja por coleta seletiva, reaproveitamento, reutilização.</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 1h</p>
<p><strong>Número de vagas:</strong> 20</p>
<p><strong>Entidade(s) proponente(s):</strong> Grupo Interdisciplinar de Polímeros - GI</p>
<p><strong>Horário</strong>: 14h30</p>
<p><strong>Materiais Necessários para a participação: </strong>Materiais inutilizados que possam ter uma nova significação</p>
<p><a href="https://forms.gle/5rypR5H88c66bp5d9">Acesse aqui o link para inscrição.</a></p><p><strong>Equipe responsável:</strong> Coordenadoria de Eventos do núcleo</p>
<p><strong>Resumo:</strong> A proposta de atividade consiste em promover uma breve apresentação sobre conceitos de reciclagem e a importância da coleta seletiva. Em um segundo momento será realizada uma atividade prática em que os participantes deverão selecionar materiais inutilizados em sua residência e a partir de uma discussão fomentada pelo que foi apresentado, dar uma nova destinação, seja por coleta seletiva, reaproveitamento, reutilização.</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 1h</p>
<p><strong>Número de vagas:</strong> 20</p>
<p><strong>Entidade(s) proponente(s):</strong> Grupo Interdisciplinar de Polímeros - GI</p>
<p><strong>Horário</strong>: 14h30</p>
<p><strong>Materiais Necessários para a participação: </strong>Materiais inutilizados que possam ter uma nova significação</p>
<p><a href="https://forms.gle/5rypR5H88c66bp5d9">Acesse aqui o link para inscrição.</a></p>Conservação doméstica de alimentos2021-08-27T14:35:28+00:002021-08-27T14:35:28+00:00/aniversario/111anos/oficinas/36-conservacao-domestica-de-alimentosCleison<p><strong>Equipe responsável:</strong> Alice de Andrade Moreira, Giovanna Evaristo de Moraes, Matheus de Souza Cruz</p>
<p><strong>Resumo:</strong> O grupo tem o objetivo de apresentar ações que podemos ou não podemos realizar na conservação dos alimentos, visando aumentar o tempo de vida útil dos alimentos.</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 1:30</p>
<p><strong>Número de vagas:</strong> 50</p>
<p><strong>Entidade(s) proponente(s):</strong> PET Engenharia de Alimentos</p>
<p><strong>Horário</strong>: 16h</p>
<p><strong>Materiais Necessários para a participação: </strong>Usaremos o meet e o celular dos participantes</p>
<p><a href="https://forms.gle/FNKMYSP8F7VEAHZB9">Acesse aqui o link para inscrição.</a></p><p><strong>Equipe responsável:</strong> Alice de Andrade Moreira, Giovanna Evaristo de Moraes, Matheus de Souza Cruz</p>
<p><strong>Resumo:</strong> O grupo tem o objetivo de apresentar ações que podemos ou não podemos realizar na conservação dos alimentos, visando aumentar o tempo de vida útil dos alimentos.</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 1:30</p>
<p><strong>Número de vagas:</strong> 50</p>
<p><strong>Entidade(s) proponente(s):</strong> PET Engenharia de Alimentos</p>
<p><strong>Horário</strong>: 16h</p>
<p><strong>Materiais Necessários para a participação: </strong>Usaremos o meet e o celular dos participantes</p>
<p><a href="https://forms.gle/FNKMYSP8F7VEAHZB9">Acesse aqui o link para inscrição.</a></p>O que a pandemia nos ensina sobre a impermanência e a finitude da vida?2021-08-27T14:34:52+00:002021-08-27T14:34:52+00:00/aniversario/111anos/oficinas/35-o-que-a-pandemia-nos-ensina-sobre-a-impermanencia-e-a-finitude-da-vidaCleison<p><strong>Equipe responsável:</strong> Kátia Poles, Mariana Camiliano da Silva</p>
<p><strong>Resumo:</strong> A pandemia de Covid-19 gerou muitos problemas, traumas, dores e sofrimento. Mas é inegável que nos trouxe uma grande lição: somos impermanentes e precisamos aprender a viver encarando de frente nossa finitude. Saber-se finito não é mórbido, pelo contrário: permite protagonismo. É ter inteligência emocional, pois nos dá consciência sobre as escolhas encarando tal perspectiva. Todo ponto final estrutura uma frase. A morte dá contorno e sentido à vida. Quantos de nós, ao temer o contágio pelo coronavírus, passaram a valorizar mais a própria vida?</p>
<p><strong>Atividades:</strong></p>
<p>Introdução: Palestra sobre a temática</p>
<p>Dinâmica 1: Lista das coisas que desejam fazer antes de morrer</p>
<p>Dinâmica 2: Escrever sobre o lado bom da vida diante de uma situação difícil</p>
<p>Dinâmica 3: Dizer para alguém como a ama (ligação, mensagem, etc.)</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 2 horas</p>
<p><strong>Número de vagas:</strong> 80</p>
<p><strong>Entidade(s) proponente(s):</strong> Liga Acadêmica de Cuidados Paliativos da 91</p>
<p><strong>Horário</strong>: 9h</p>
<p><strong>Materiais Necessários para a participação: </strong>Acesso ao Google Meet; Papel e caneta/lápis</p>
<p><a href="https://forms.gle/RECYe2E5LQSZJBev7">Acesse o link para inscrição</a></p><p><strong>Equipe responsável:</strong> Kátia Poles, Mariana Camiliano da Silva</p>
<p><strong>Resumo:</strong> A pandemia de Covid-19 gerou muitos problemas, traumas, dores e sofrimento. Mas é inegável que nos trouxe uma grande lição: somos impermanentes e precisamos aprender a viver encarando de frente nossa finitude. Saber-se finito não é mórbido, pelo contrário: permite protagonismo. É ter inteligência emocional, pois nos dá consciência sobre as escolhas encarando tal perspectiva. Todo ponto final estrutura uma frase. A morte dá contorno e sentido à vida. Quantos de nós, ao temer o contágio pelo coronavírus, passaram a valorizar mais a própria vida?</p>
<p><strong>Atividades:</strong></p>
<p>Introdução: Palestra sobre a temática</p>
<p>Dinâmica 1: Lista das coisas que desejam fazer antes de morrer</p>
<p>Dinâmica 2: Escrever sobre o lado bom da vida diante de uma situação difícil</p>
<p>Dinâmica 3: Dizer para alguém como a ama (ligação, mensagem, etc.)</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 2 horas</p>
<p><strong>Número de vagas:</strong> 80</p>
<p><strong>Entidade(s) proponente(s):</strong> Liga Acadêmica de Cuidados Paliativos da 91</p>
<p><strong>Horário</strong>: 9h</p>
<p><strong>Materiais Necessários para a participação: </strong>Acesso ao Google Meet; Papel e caneta/lápis</p>
<p><a href="https://forms.gle/RECYe2E5LQSZJBev7">Acesse o link para inscrição</a></p>A assistência estudantil como possibilidade de enfrentamento da reprodução das desigualdades raciais e de classe na universidade2021-08-27T14:34:17+00:002021-08-27T14:34:17+00:00/aniversario/111anos/oficinas/34-a-assistencia-estudantil-como-possibilidade-de-enfrentamento-da-reproducao-das-desigualdades-raciais-e-de-classe-na-universidadeCleison<p><strong>Equipe responsável:</strong> Paula Alvarenga, Letícia Ferreira, Helga de Almeida, Vera Kalsing, Aloísio de Lima Júnior, Julia Felício, Flávia Alves, Ana Luiza Botan, Heliege Aparecida Silva e Cristiane de Souza.</p>
<p><strong>Resumo:</strong> Considerando a mudança no perfil dos estudantes universitários, após o advento do sistema de cotas, que contribuiu de forma elementar para o acesso da chamada "ralé" nas universidades, vemos como necessária a incorporação de estratégias que possibilitem a sua permanência. Assim, buscaremos nesta oficina refletir sobre como o sistema de ensino reproduz a cultura dominante, fazendo com que a superação das desigualdades raciais e sociais se tornem mais distantes. E é por meio da análise das trajetórias de vida dos estudantes cotistas e usuários da assistência estudantil de uma universidade, que tentaremos demonstrar como o sistema de ensino tem corroborado para a vivência de dificuldades no âmbito universitário e como a assistência estudantil pode ser um dos pilares de enfrentamento desse contexto desigual.</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 2 horas</p>
<p><strong>Número de vagas:</strong> 30</p>
<p><strong>Entidade(s) proponente(s):</strong> Mura - Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Mulher e raça - DCH.</p>
<p><strong>Horário</strong>: 16h30</p>
<p><strong>Materiais Necessários para a participação: </strong>computador com internet</p>
<p><a href="https://forms.gle/7gPoJ6dvp84csBVu8">Acesse o link para inscrição</a></p><p><strong>Equipe responsável:</strong> Paula Alvarenga, Letícia Ferreira, Helga de Almeida, Vera Kalsing, Aloísio de Lima Júnior, Julia Felício, Flávia Alves, Ana Luiza Botan, Heliege Aparecida Silva e Cristiane de Souza.</p>
<p><strong>Resumo:</strong> Considerando a mudança no perfil dos estudantes universitários, após o advento do sistema de cotas, que contribuiu de forma elementar para o acesso da chamada "ralé" nas universidades, vemos como necessária a incorporação de estratégias que possibilitem a sua permanência. Assim, buscaremos nesta oficina refletir sobre como o sistema de ensino reproduz a cultura dominante, fazendo com que a superação das desigualdades raciais e sociais se tornem mais distantes. E é por meio da análise das trajetórias de vida dos estudantes cotistas e usuários da assistência estudantil de uma universidade, que tentaremos demonstrar como o sistema de ensino tem corroborado para a vivência de dificuldades no âmbito universitário e como a assistência estudantil pode ser um dos pilares de enfrentamento desse contexto desigual.</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 2 horas</p>
<p><strong>Número de vagas:</strong> 30</p>
<p><strong>Entidade(s) proponente(s):</strong> Mura - Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Mulher e raça - DCH.</p>
<p><strong>Horário</strong>: 16h30</p>
<p><strong>Materiais Necessários para a participação: </strong>computador com internet</p>
<p><a href="https://forms.gle/7gPoJ6dvp84csBVu8">Acesse o link para inscrição</a></p>O processo de ensino e de aprendizagem de Matemática com dobraduras2021-08-27T14:31:49+00:002021-08-27T14:31:49+00:00/aniversario/111anos/oficinas/33-o-processo-de-ensino-e-de-aprendizagem-de-matematica-com-dobradurasCleison<p><strong>Equipe responsável:</strong> Franciana Teixeira Franco Ribeiro, Adrielly Antonia Santos Gomes, Leonice Silvério de Carvalho, Guilherme Garcia Fernandes, Elaine Aparecida Leandro, Julia Avelar Almeida, Lucas Mendes Amaral, Isabella Santos Nascimento, Vanessa Silvério</p>
<p><strong>Resumo:</strong> Para participar do IV UFLA faz extensão na versão online, nós do Núcleo de Estudos em Educação Matemática (Neemat) vinculado ao curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Federal de Lavras (UFLA) propomos uma oficina que terá por objetivo a construção dos conceitos matemáticos através de dobraduras. De início será apresentado o curso de Licenciatura em Matemática e as possibilidades de ensino, pesquisa e extensão, e em seguida, será apresentada a proposta da oficina. Para a realização da oficina, as e os participantes utilizarão de recursos de fácil acesso, como por exemplo: papel, tesoura, lápis, borracha e régua. Com a live que acontecerá remotamente e através da mediação realizadas pelas membras e pelos membros do Neemat, as estudantes e os estudantes poderão socializar os conceitos matemáticos discutidos.</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 2h</p>
<p><strong>Número de vagas:</strong> 60</p>
<p><strong>Entidade(s) proponente(s):</strong> Franciana Teixeira Franco Ribeiro, Adrielly Antonia Santos Gomes, Leonice Silvério de Carvalho, Guilherme Garcia Fernandes, Elaine Aparecida Leandro, Julia Avelar Almeida, Lucas Mendes Amaral, Isabella Santos Nascimento, Vanessa Silvério</p>
<p><strong>Horário</strong>: 14h</p>
<p><strong>Materiais Necessários para a participação: </strong>Papel, tesoura, lápis, borracha e régua</p>
<p><a href="https://forms.gle/HMvjkGVuUX7an7yJ9">Acesse o link para inscrição.</a></p><p><strong>Equipe responsável:</strong> Franciana Teixeira Franco Ribeiro, Adrielly Antonia Santos Gomes, Leonice Silvério de Carvalho, Guilherme Garcia Fernandes, Elaine Aparecida Leandro, Julia Avelar Almeida, Lucas Mendes Amaral, Isabella Santos Nascimento, Vanessa Silvério</p>
<p><strong>Resumo:</strong> Para participar do IV UFLA faz extensão na versão online, nós do Núcleo de Estudos em Educação Matemática (Neemat) vinculado ao curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Federal de Lavras (UFLA) propomos uma oficina que terá por objetivo a construção dos conceitos matemáticos através de dobraduras. De início será apresentado o curso de Licenciatura em Matemática e as possibilidades de ensino, pesquisa e extensão, e em seguida, será apresentada a proposta da oficina. Para a realização da oficina, as e os participantes utilizarão de recursos de fácil acesso, como por exemplo: papel, tesoura, lápis, borracha e régua. Com a live que acontecerá remotamente e através da mediação realizadas pelas membras e pelos membros do Neemat, as estudantes e os estudantes poderão socializar os conceitos matemáticos discutidos.</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 2h</p>
<p><strong>Número de vagas:</strong> 60</p>
<p><strong>Entidade(s) proponente(s):</strong> Franciana Teixeira Franco Ribeiro, Adrielly Antonia Santos Gomes, Leonice Silvério de Carvalho, Guilherme Garcia Fernandes, Elaine Aparecida Leandro, Julia Avelar Almeida, Lucas Mendes Amaral, Isabella Santos Nascimento, Vanessa Silvério</p>
<p><strong>Horário</strong>: 14h</p>
<p><strong>Materiais Necessários para a participação: </strong>Papel, tesoura, lápis, borracha e régua</p>
<p><a href="https://forms.gle/HMvjkGVuUX7an7yJ9">Acesse o link para inscrição.</a></p>“Gênero, raça e classe social: como se dá o acesso e a permanência de mulheres negras em cursos de graduação na 91?”2021-08-27T14:27:33+00:002021-08-27T14:27:33+00:00/aniversario/111anos/oficinas/32-genero-raca-e-classe-social-como-se-da-o-acesso-e-a-permanencia-de-mulheres-negras-em-cursos-de-graduacao-na-uflaCleison<p><strong>Equipe responsável:</strong> Vera Kalsing, Letícia Ferreira, Aloísio de Lima Júnior, Cristiane Reis, Paula Alvarenga, Helga de Almeida, Flávia Alves, Julia Felicio e Ana Luiza Botan.</p>
<p><strong>Resumo:</strong> Dados e pesquisas evidenciam que o rosto da pobreza brasileira possui gênero e cor uma vez que, a maioria das mulheres negras do país ocupam cargos de menor prestígio social, recebem os menores salários quando comparados aos demais sujeitos, trabalham em ocupações precárias e por esse motivo, não ascendem socialmente. Tais dados evidenciam a existência da interseccionalidade existente entre as questões de gênero, raça e classe, contribuindo para que as mulheres negras estejam entre os estratos mais empobrecidos de nossa sociedade. Considerando, especificamente, a Universidade Federal de Lavras (UFLA), o objetivo desta oficina é evidenciar, pela análise de dados quantitativos e qualitativos referentes ao acesso e à permanência de mulheres negras e pobres, no âmbito de cursos superiores da universidade, que a maioria das mulheres negras colaboradoras da pesquisa lidam com privações de diversas ordens, o que as impede de acessar e permanecer nos cursos tidos como mais prestigiosos no âmbito da universidade. Estão, em sua maioria, em cursos menos concorridos ou de menor prestígio, em função de não possuírem uma formação básica capaz de lhes garantir o acesso aos cursos mais valorizados socialmente. Suas permanências são igualmente comprometidas, pois lidam com dificuldades financeiras, além de precisarem conciliar estudos, trabalho remunerado e, em alguns casos, educação dos filhos e afazeres domésticos.</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 2 horas</p>
<p><strong>Número de vagas:</strong> 30</p>
<p><strong>Entidade(s) proponente(s):</strong> Mura - Grupo de Estudos e Pesquisas sobre mulher e raça - DCH</p>
<p><strong>Horário</strong>: 9h</p>
<p><strong>Materiais Necessários para a participação: </strong>computador com internet</p>
<p><a href="https://forms.gle/naViVJvqdEVEjo639">Acesse o link para inscrição.</a></p><p><strong>Equipe responsável:</strong> Vera Kalsing, Letícia Ferreira, Aloísio de Lima Júnior, Cristiane Reis, Paula Alvarenga, Helga de Almeida, Flávia Alves, Julia Felicio e Ana Luiza Botan.</p>
<p><strong>Resumo:</strong> Dados e pesquisas evidenciam que o rosto da pobreza brasileira possui gênero e cor uma vez que, a maioria das mulheres negras do país ocupam cargos de menor prestígio social, recebem os menores salários quando comparados aos demais sujeitos, trabalham em ocupações precárias e por esse motivo, não ascendem socialmente. Tais dados evidenciam a existência da interseccionalidade existente entre as questões de gênero, raça e classe, contribuindo para que as mulheres negras estejam entre os estratos mais empobrecidos de nossa sociedade. Considerando, especificamente, a Universidade Federal de Lavras (UFLA), o objetivo desta oficina é evidenciar, pela análise de dados quantitativos e qualitativos referentes ao acesso e à permanência de mulheres negras e pobres, no âmbito de cursos superiores da universidade, que a maioria das mulheres negras colaboradoras da pesquisa lidam com privações de diversas ordens, o que as impede de acessar e permanecer nos cursos tidos como mais prestigiosos no âmbito da universidade. Estão, em sua maioria, em cursos menos concorridos ou de menor prestígio, em função de não possuírem uma formação básica capaz de lhes garantir o acesso aos cursos mais valorizados socialmente. Suas permanências são igualmente comprometidas, pois lidam com dificuldades financeiras, além de precisarem conciliar estudos, trabalho remunerado e, em alguns casos, educação dos filhos e afazeres domésticos.</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 2 horas</p>
<p><strong>Número de vagas:</strong> 30</p>
<p><strong>Entidade(s) proponente(s):</strong> Mura - Grupo de Estudos e Pesquisas sobre mulher e raça - DCH</p>
<p><strong>Horário</strong>: 9h</p>
<p><strong>Materiais Necessários para a participação: </strong>computador com internet</p>
<p><a href="https://forms.gle/naViVJvqdEVEjo639">Acesse o link para inscrição.</a></p>Grupo de Estudos em Inteligência Artificial e Processamento da Linguagem Natural2021-08-27T14:26:47+00:002021-08-27T14:26:47+00:00/aniversario/111anos/oficinas/31-grupo-de-estudos-em-inteligencia-artificial-e-processamento-da-linguagem-naturalCleison<p><strong>Equipe responsável:</strong> Erick Galani Maziero e Paula Christina Figueira Cardoso</p>
<p><strong>Resumo:</strong> No universo da Computação, a área da Inteligência Artificial (IA) é uma das mais intrigantes e interessantes. Na IA busca-se tornar os computadores habilitados para realizar tarefas que só os seres humanos, até então, têm realizado. Uma dessas atividades é o uso de um processo de comunicação, com o uso da linguagem (como a que foi usada para escrever este texto). O Processamento da Linguagem Natural (PLN) é uma subárea da IA que busca capacitar computadores no entendimento da linguagem humana, ou natural. Nessa exploração, muito tem surgido desde a década de 50 e, afinal, o que o computador pode fazer hoje, que não podia fazer na sua criação? Ele aprendeu a entender nossa linguagem?</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 1 h</p>
<p><strong>Número de vagas:</strong> 200</p>
<p><strong>Entidade(s) proponente(s):</strong> Grupo de Estudos em PLN+IA</p>
<p><strong>Horário</strong>: 14h</p>
<p><strong>Materiais Necessários para a participação: </strong>Apenas acesso à internet</p>
<p><a href="https://forms.gle/W9NThzEPNaEm3BCJ6">Acesse o link para inscrição.</a> </p><p><strong>Equipe responsável:</strong> Erick Galani Maziero e Paula Christina Figueira Cardoso</p>
<p><strong>Resumo:</strong> No universo da Computação, a área da Inteligência Artificial (IA) é uma das mais intrigantes e interessantes. Na IA busca-se tornar os computadores habilitados para realizar tarefas que só os seres humanos, até então, têm realizado. Uma dessas atividades é o uso de um processo de comunicação, com o uso da linguagem (como a que foi usada para escrever este texto). O Processamento da Linguagem Natural (PLN) é uma subárea da IA que busca capacitar computadores no entendimento da linguagem humana, ou natural. Nessa exploração, muito tem surgido desde a década de 50 e, afinal, o que o computador pode fazer hoje, que não podia fazer na sua criação? Ele aprendeu a entender nossa linguagem?</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 1 h</p>
<p><strong>Número de vagas:</strong> 200</p>
<p><strong>Entidade(s) proponente(s):</strong> Grupo de Estudos em PLN+IA</p>
<p><strong>Horário</strong>: 14h</p>
<p><strong>Materiais Necessários para a participação: </strong>Apenas acesso à internet</p>
<p><a href="https://forms.gle/W9NThzEPNaEm3BCJ6">Acesse o link para inscrição.</a> </p>Violência contra mulher e os direitos humanos2021-08-27T14:25:31+00:002021-08-27T14:25:31+00:00/aniversario/111anos/oficinas/30-violencia-contra-mulher-e-os-direitos-humanosCleison<p><strong>Equipe responsável:</strong> Vera Kalsing, Aloísio de Lima Júnior, Letícia Ferreira, Flávia Caroline Alves, Paula Alvarenga, Cristiane Reis de Souza, Julia Mesquita Felício e Ana Luiza Botan.</p>
<p><strong>Resumo:</strong> O tema sobre Violência contra a Mulher tem sido cada vez mais debatido entre a sociedade civil e o Estado em relação à responsabilidade de se realizar e efetivar políticas de medidas protetivas, capacitando e criando formas de atendimento à mulher. Neste sentido, apresentamos esta oficina, que tem como proposta levar os participantes a compreenderem e vivenciarem a complexidade dos processos de inclusão na agenda, decisão, implementação e avaliação de políticas governamentais, por meio da apreciação de pontos de vista de diferentes atores e da preparação de informações, propostas e diagnósticos para a tomada de decisão.</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 2 horas</p>
<p><strong>Número de vagas:</strong> 30</p>
<p><strong>Entidade(s) proponente(s):</strong> Mura - Grupo de Estudos e Pesquisas sobre mulher e raça (DCH).</p>
<p><strong>Horário</strong>: 14h</p>
<p><strong>Materiais Necessários para a participação: </strong>computador com internet</p>
<p><a href="https://forms.gle/Lf9xDkRM98Sfv6jY7">Acesse o link para inscrição</a></p><p><strong>Equipe responsável:</strong> Vera Kalsing, Aloísio de Lima Júnior, Letícia Ferreira, Flávia Caroline Alves, Paula Alvarenga, Cristiane Reis de Souza, Julia Mesquita Felício e Ana Luiza Botan.</p>
<p><strong>Resumo:</strong> O tema sobre Violência contra a Mulher tem sido cada vez mais debatido entre a sociedade civil e o Estado em relação à responsabilidade de se realizar e efetivar políticas de medidas protetivas, capacitando e criando formas de atendimento à mulher. Neste sentido, apresentamos esta oficina, que tem como proposta levar os participantes a compreenderem e vivenciarem a complexidade dos processos de inclusão na agenda, decisão, implementação e avaliação de políticas governamentais, por meio da apreciação de pontos de vista de diferentes atores e da preparação de informações, propostas e diagnósticos para a tomada de decisão.</p>
<p><strong>Carga horária:</strong> 2 horas</p>
<p><strong>Número de vagas:</strong> 30</p>
<p><strong>Entidade(s) proponente(s):</strong> Mura - Grupo de Estudos e Pesquisas sobre mulher e raça (DCH).</p>
<p><strong>Horário</strong>: 14h</p>
<p><strong>Materiais Necessários para a participação: </strong>computador com internet</p>
<p><a href="https://forms.gle/Lf9xDkRM98Sfv6jY7">Acesse o link para inscrição</a></p>